O dia 10 do Alive!08 em poucas palavras
Vampire Weekend: Gostei do que vi, embora os tivesse visto há bem pouco tempo e o problema de serem um pouco “apagados” ao vivo se mantenha.
Spiritualized: Pouco a dizer – gostei.
MGMT: Não sei como acabaram o concerto, mas sei que não o começaram da melhor forma – parece-me que não estavam a conseguir transpor o que realmente vale na sua música para o palco. E por isso mesmo, apesar de “Oracular Spectacular” ser um dos álbuns que mais ouvi e gostei deste ano, deixei-os para outra altura. Os National já estavam a tocar e isso é boa coisa garantidamente. Fica para a próxima.
The National: Outros que tinha visto há pouco tempo. É uma banda que penso que funciona melhor em concertos mais íntimos, mas de qualquer forma, deram um óptimo concerto. Eles não desiludem.
Peaches: O formato do concerto não me chamava muito à atenção. Felizmente passei por lá e adorei. Temas bem escolhidos dentro do que se pode prever que sejam os gostos desta canadiana. Ainda surpreendeu o público com algumas músicas de sua autoria, onde ainda exteriorizou mais a loucura que vai dentro de si.
The Hives: Gostei muito de rever estes suecos. Se em Abril achei que o som do Coliseu prejudicou o concerto, desta vez esse problema foi posto de parte e os Hives facilmente mostraram que são uma grande banda ao vivo. Usam e abusam da interactividade com o público e da energia que possuem, e isso joga a seu favor. Conquistam quem não os conhece, e quem já gosta deles, só pode sair satisfeito do concerto.
Rage Against the Machine: O som estava bom, e o Zack de la Rocha estava cheio de raiva e de coisas para dizer – não era preciso mais nada. O alinhamento também foi bom (embora previsível) e o público esteve bem. Um concerto como sempre imaginei que fosse um concerto deles – era só isso que queria: perfeito. Por estes dias são a melhor banda do mundo.
Um início de concerto brilhante – a estrela, a sirene, a Testify, a guitarra, a energia do Zack, e o público a reagir…

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