Tabloid Sores

Ainda sob o efeito do concerto da Casa da Música, deixo aqui um vídeo dos HEALTH ao vivo. É da Tabloid Sores, canção do álbum de estreia do norte-americanos.

FPL 9000
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~ por FPL 9000 em 040610.

4 Respostas to “Tabloid Sores”

  1. Como foi o público no Porto? Em Lisboa o concerto foi perfeito (assim como o dos PAUS, que me surpreenderam imenso) mas o público foi terrível, acho que os HEALTH ficaram desiludidos. Espero que tenha corrido melhor ai…

  2. Ultimamente não tenho gostado do público em muitos concertos que vou, mas por acaso em HEALTH não tenho nada a dizer. Mas já tinha lido de gente a queixar-se do público do Santiago – que se passou afinal?

  3. Não sei se já foste ao Santiago Alquimista (muito bonito), mas aquilo tem tipo uma varanda por cima do palco, que o rodeia. Para começar, metade da audiência estava por ai, o que deixava a zona do público bastante vazia. Mas pronto, isso nem foi o pior.

    O problema é que, à excepção de uma dúzia de pessoas nas primeiras duas filas, o público estava a reagir ao concerto como eu reajo quando vou ouvir Beethoven para a cama. Não via pessoal a mostrar gostar tão pouco de um concerto desde o Panda Bear no Lux, em que eu também era dos únicos a deixar as músicas fluir por mim. Depois na Die Slow uns gajos acordaram e decidiram começar um mosh como se aquilo fosse Machine Head, atiraram umas miudas ao meu lado para o chão e o caraças, felizmente não durou muito.

    Acho que cada pessoa pode apreciar a música como quer. Se quiserem não se mexam pronto, mas deve ser bastante chato para uma banda como os HEALTH ver 90% do público estático. Fui falar com o Jake, o Jupiter e o John no fim e embora os dois primeiros tenham tido bastante simpáticos, o John estava claramente chateado e umas raparigas que falaram com ele antes do concerto disseram que estava bem disposto nessa altura, por isso só pode mesmo ter sido do público.

    Mas fico contente por ter corrido bem ai, pode ser que assim não se esqueçam de Portugal.

  4. Sim, conheço o Santiago Alquimista. Quanto ao número de pessoas também te digo que a Casa da Música não estava completamente cheia. Mas em relação a isso que falas não tive uma grande percepção porque estava na 1ª fila, por isso só vi as pessoas ao meu lado, mas não me pareceram estar paradas. Mas mosh nunca houve, e ainda bem. Mas já desde há algum tempo para cá, o público nos concertos é cada vez mais desrespeitador e vai para lá como se fosse para uma festa de universidade – parece que são cada vez menos os que vão principalmente pela música, por isso não me surpreende que muitos tenham ido a HEALTH por ser “cool” e conhecerem a Die Slow, e como não são uma banda propriamente fácil de ouvir, tenham achado aquilo pouco interessante.

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