Clubbing

Há bandas que se descobrem tarde na vida. Para mim, os Pop Dell’Arte são uma delas. A propósito do lançamento de “Contra Mundum” decidi ouvi-los há uns meses atrás pela primeira vez. Belíssimo álbum e tive que partir à descoberta destes históricos. Fiquei rápida e facilmente fã, e ontem tive a oportunidade de me estrear a vê-los ao vivo. Foi na Casa da Música, e foi um concerto dos grandes. Sendo pouco conhecedor da banda, talvez ainda não entenda bem João Peste. Para já, acho-o intrigante. Concertos já fui a muitos, mas não me recordo de ver alguém sequer parecido com o que ele é em palco. A voz, que é nos Pop Dell’Arte um elemento fundamental e diferenciador, é ao vivo fantástica, toma conta de nós. Conheci canções que ainda não conhecia, reconheci outras. Espero vê-los de novo. Por agora vou continuar a descobrir o que têm feito desde 1984.

Claro que os Mão Morta, que tocaram antes dos Pop Dell’Arte, não me passaram ao lado. Mas desses já sei o que esperar, e como sempre foi mais uma excelente actuação de Adolfo e companhia. Desta vez com um alinhamento bem menos baseado em “Pesadelo em Peluche” em relação ao concerto que deram no Barco Rock Fest em Agosto passado. Talvez para agradar a um público mais velho que se encontrava na Casa da Música para ver duas bandas com cerca de 25 anos de carreira.

Pena ter faltado Juramento sem Bandeira, música dos Pop Dell’Arte que conta com a participação vocal de Adolfo Luxúria Canibal.

FPL 9000
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~ por FPL 9000 em 031010.

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