«Vamos lá pôr alguma coisa muito má, e que ainda por cima não tenha nada que ver». Dito e feito

•071109 • 1 Comentário

Ir ver Depeche Mode e levar com o Gomo na primeira parte é como comer um melão e depois beber água por cima. Mas ao contrário.

E a água também é um fruto como o melão.

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Elas. Não, eles

•071109 • Deixe um comentário

É noise girls-albumpop à Pains of Being Pure Heart e tem uma voz e letras tão emo (ou lamechas, para os preconceituosos) como o Wavves. É muito 2009, mas não deixa de lado tantas influências do indie de há 10 ou 20 anos atrás, nem do rock de  há 40. Lust for Life e Laura já faziam valer o álbum, e ainda só estávamos na segunda música. O resto faz valer ainda mais (Morning Light é um exemplo) – embora haja uma ou outra abaixo destes níveis. São os Girls (soa mal, mas é tudo rapazes), vêm da Califórnia e apresentaram este ano o seu álbum de estreia que por acaso se chama “Album”.

Por curiosidade, Christopher Owens – vocalista da banda – cresceu no seio do culto hippie/religioso Children of God, o que terá certamente influenciado a música que hoje faz.

Deixo aqui o vídeo para Laura (salvo seja).

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Limpar Portugal – Limpar o país num só dia

•301009 • Deixe um comentário

Em 2008, o povo estónio conseguiu limpar o seu país em apenas 1 dia. Foi uma iniciativa que resultou muito bem, e que parece que está a servir de exemplo a outros países.

Um deles é Portugal. Cá a iniciativa tem o nome de “Limpar Portugal” e vai consistir basicamente no mesmo: limpar Portugal em apenas 1 dia – 20 de Março de 2010.

CartazPLP_med

» Toda a informação necessária encontra-se disponível em www.limparportugal.org

» As inscrições podem ser feitas em http://limparportugal.ning.com

É divulgar.

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Super Bock em Stock ≅ Clubbing Dezembro + Pop Deluxe

•301009 • Deixe um comentário

E é isto.

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Tão bom o vídeo quanto a música

•291009 • 2 Comentários

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PAUS, a nova super-banda portuguesa

•261009 • Deixe um comentário

Para uma banda com apenas uma demo, os PAUS já tiveram uma exposição fora do comum. É claro que ajuda esta ser composta por membros de outras excelentes bandas portuguesas – Makoto Yagyu (If Lucy Fell e Riding Pânico), Hélio Morais (If Lucy Fell e Linda Martini), Shela (If Lucy Fell e Riding Pânico) e Quim Albergaria (CAVEIRA e Vicious Five – estes últimos entretanto extintos).

bateria_paus

A ‘bateria siamesa’ como eles lhes chamam, tem dado que falar. Depois há um baixo e ainda teclados. As vozes não têm palavras, mas pecam por me parecerem um pouco cópia descarada dos Battles (oiça-se Tonto, do álbum “Mirrored”). O som está ali entre os tais do “Mirrored” e uns Queens of the Stone Age (comparação um pouco forçada, talvez) – o que é óptimo.

Para já têm agendados apenas dois concertos para o fim deste mês – a 30 no Porto (Passos Manuel) e a 31 em Guimarães (Bar N101).

Mudo e Surdo, a já referida demo, encontra-se para escuta no MySpace da banda – http://www.myspace.com/bandapaus.

Aguardam-se novidades com expectativa.

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A estranha relação entre os vampiros e a cena indie

•121009 • Deixe um comentário

Ainda não percebi porque é a banda sonora do novo filme da saga “Twilight” se assemelha a um “Dark Was the Night, Vol. 2″. Mas é boa.

Para os distraídos está lá o Thom Yorke, Muse, Bon Iver, Grizzly Bear e Editors, entre muitos outros – sempre com músicas originais.

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Dois em um

•101009 • 2 Comentários

Embora seja uma espaço construído para os livros e não para a música, os concertos na Livraria Trama correm sempre da melhor forma. Ontem foi a vez do Nuno Prata (ex-Ornatos Violeta) e do B Fachada subirem não ao palco, mas ao andar de cima da livraria.

A estrutura do concerto foi original e resultou bastante bem. Tocaram intercaladamente – ora um uma música, ora outro outra. O B Fachada anda em gravações para o seu “álbum de Inverno”, como ele lhe chama – “Um Fim-de-Semana no Pónei Dourado” terá sido o de Verão – e foi nesse futuro álbum que baseou grande parte da sua actuação. Ainda assim para o fim ficou a já “clássica” Zé!, onde mais uma vez, como aconteceu em várias das suas músicas, grande parte do público presente não conseguiu evitar os sorrisos (ou mesmo risos), devido à sua letra.

Nuno Prata também anda em gravações para um novo álbum – vai sair para o ano que vem, e terá como título “Deve Haver”. No entanto este preferiu agarrar-se a “Todos os Dias Fossem Estes/Outros”, o seu álbum de estreia de 2006. Tocou Figuras Tristes, Pobre de Mim (Assim Também Eu) e Já É Sábado, entre muitas outras. Para o fim deixou Guarda Bem o Teu Tesouro.

Cada um com a sua guitarra, e o microfone sempre de um lado para o outro, lá foram cumprindo com o que lhes era pedido. Nenhum dos dois parecia ter uma setlist bem definida, e as músicas iam surgindo na altura, no meio de alguma conversa, vinho branco, e alguns pedidos (até Nuno Prata pediu algumas a B Fachada).

Concertos pequenos, íntimos e com gente simpática valem sempre a pena.

(Estão algumas fotografias no blog da Trama – aqui.)

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“Fall Be Kind” revelado

•091009 • Deixe um comentário

Avey Tare dos Animal Collective deu uma entrevista à Pitchfork, e entre várias coisas, revelou que “Fall Be Kind” será afinal um EP de 5 canções e cerca de 28 minutos. Um disco para o Outuno, segundo ele. E o melhor é que a versão digital do mesmo, será editada já no próximo mês.

A entrevista.

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Novo álbum dos Animal Collective em Dezembro?

•071009 • 2 Comentários

ac

A Pitchfork descobriu que se encontra em fase de pré-encomenda na Amazon (aqui) um novo lançamento dos Animal Collective com edição agendada para o próximo dia 8 de Dezembro. Penso que ninguém sabe ainda do que se trata, mas tem o nome de “Fall Be Kind” e será editado pela Domino.

Para além do fantástico “Merriweather Post Pavilion”, os Animal Collective este ano já editaram “Animal Crack Box”, e há dias anunciaram a reedição de “Campfire Songs” (2003) para o próximo dia 26 de Janeiro.

A ver vamos que vai sair daqui.

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Noto uma tendência

•061009 • Deixe um comentário

mudaquemuda

contra

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Thurston Moore e os livros

•051009 • Deixe um comentário

Thurston Moore, um dos líderes dos Sonic Youth e dono da editora discográfica Ecstatic Peace! (que já editou grandes álbuns de gente como os Awesome Color, Magik Markers, Free Kitten ou Tall Firs), anunciou que vai no início de 2010, também dedicar-se à edição de livros. A editora que vai abrir, chamar-se-á Ecstatic Peace Library e irá dedicar-se a livros de arte. O site da editora já existe (aqui), embora de momento só tenha o seu logótipo, mas a 1 de Janeiro já haverão por lá novidades. Poderão vir aí coisas interessantes.

grunge

Entretanto foi editado também mais um livro da autoria de Thurston Moore. Intitula-se apenas “Grunge”, e é dedicado exactamente a este género musical, que viu nos Nirvana o seu maior nome – banda que Thurston Moore acompanhou, aliás, desde início, tendo sido mesmo ele que apresentou Kurt Cobain e companhia à editora Geffen, onde mais tarde editariam o bem sucedido “Nevermind” que os elevou a uma das mais importantes bandas da história.

Nas 160 páginas do livro, para além dos textos de Thurston Moore, cabem ainda as fotografias do nova-iorquino Michael Lavine, que era amigo de Kurt Cobain e acompanhou o fenómeno do grunge de perto.

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Vinil preto? Aqui não

•041009 • Deixe um comentário

“Extraordinary Records” é um livro publicado pela Taschen em colaboração com a revista Colors, que mostra uma colecção de mais de 400 discos de vinil (não a capa, mas o próprio disco), pertencentes a um italiano chamado Alessandro Benedeti.

Mas não foi para ver centenas de discos pretos que este livro foi criado…

extraordinary_records

“A colecção foi dividida tematicamente em seis capítulos: o vinil monocromo, os discos insólitos (que incluem discos extremamente raros feitos com vinil fluorescente, vinil prateado, dourado ou espelhado, e com hologramas gravados a água-forte no vinil); o vinil multicolor (que mostra infinitas variações e combinações de cores), o vinil selado (em que a música é prensada sobre apenas um dos lados); discos cunhados (com formas diferentes das do clássico disco redondo) e vinil estampado (em que uma fotografia ou um desenho é estampado sobre a superfície do disco).”

E o melhor, é que o livro se encontra disponível gratuitamente no seu site oficial. Encontram-se realmente discos bastante bonitos, originais e… extraordinários.

» http://www.colorsmagazine.com/records

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GigPosters

•031009 • Deixe um comentário

GigPosters é um site que existe desde 2001, e que junta centenas ou milhares de posters de promoção a concertos. Facilmente se encontram óptimos exemplos vindos das mais variadas bandas e artistas. Para quem gosta deste género de coisas, vale a pena perder um pouco de tempo a explorar o site.

Como exemplo, deixo dois posters do Dan Deacon, e outro dos Franz Ferdinand (imagens clicáveis).

Pena que em Portugal não se invista muito neste género de posters. Ainda assim, lembro-me por exemplo de promotoras como a Filho Único, Nervo ou Amplificasom que fazem geralmente bons trabalhos a este nível.

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A ceia (não a última, espero) dos Fuck Buttons

•021009 • Deixe um comentário

Os tão esperados Fuck Buttons actuaram ontem à noite em Lisboa, no “aquário” Zé dos Bois – a sala encheu, e ao que sei, fosse ela maior, mais gente lá estaria. E tal justificou-se rapidamente, eles são enormes ao vivo. O som é o já conhecido de “Street Horrrsing” e do ainda-por-editar, “Tarot Sport”. Ao vivo ganha um força extraordinária, arrepia, não deixa o corpo estar quieto. Andrew Hung e Benjamin Power não têm mãos a medir. No palco existe uma mesa relativamente grande e cada um se coloca numa das pontas. Ao meio estão os teclados, pedais, mesas de mistura, fios e mais umas quantas coisas que não sei o nome/não sei para que servem – ah, e um Game Boy (dos primeiros, a preto a e branco/verde). Tudo ao molho: e saem montes de loops, melodias, batidas, vozes, ruído, distorção; que se vão acumulando. Lindo.

Com certeza um dos melhores concertos do ano.

E se há dias deixei aqui ficar Surf Solar, música que abriu em grande o concerto de ontem, hoje deixo Sweet Love for Planet Earth (versão ao vivo), a música que fechou de forma não menos espectacular o concerto.

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My Boys

•300909 • Deixe um comentário

Taken by Trees é o nome do projecto a solo de Victoria Bergsman (ex-The Concretes). “East of Eden” é o nome do seu segundo álbum, e My Boys é uma versão da My Girls (dos Animal Collective), que a sueca decidiu incluir no seu novo álbum. Fica aquém da original (como acontece quase sempre nestes casos), mas não deixa de ser interessante ouvir esta canção num registo bem diferente.

Em Anna, outra canção deste “East of Eden”, a ligação com os Animal Collective continua, já que Panda Bear lhe empresta a sua voz (embora só se o oiça ao longe).

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Surf Solar

•290909 • Deixe um comentário

Surf Solar é o primeiro single retirado do novíssimo “Tarot Sport” dos Fuck Buttons. É ouvi-la (não o deixem de fazer, a sério).

É já amanhã que eles vão estar no Plano B, no Porto. No dia seguinte descem até Lisboa, para actuar na galeria Zé dos Bois.

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Ornatos Violeta em documentário

•280909 • Deixe um comentário

Um tal de Gonçalo Castro, que eu não sei quem é (se alguém souber, diga), está a fazer um documentário sobre os extintos Ornatos Violeta. Não sei mais pormenores sobre isto, mas as gravações começaram com Peixe, o guitarrista da banda.

Estou bastante curioso para ver como isto se desenrola. O desenvolvimento de “Monstruário” (ao que parece será o nome do documentário), pode ser acompanhado no seguinte blog: http://monstruariodocumentario.blogspot.com/

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Começo a perceber

•280909 • Deixe um comentário

atlas_sound-logosApesar de todas as boas críticas que receberam os dois últimos álbuns dos Deerhunter (“Cryptograms” e “Microcastle/Weird Era Cont.”) e a estreia a solo do seu vocalista Bradford Cox (sob o nome de Atlas Sound) com “Let the Blind Lead Those Who Can See but Cannot Feel”, a mim passaram-me um pouco ao lado. Ouvi-os a todos mais que uma vez, não desgostei, mas não me convenceram, nem cheguei a perceber bem toda atenção que tiveram.

Com o chamariz que foi a espectacular Walkabout, não poderia de deixar de dar de novo uma oportunidade a Atlas Sound, que desta vez regressa com “Logos”.

Mais uma vez, a coisa não me entrou bem à primeira (exceptuando a já referida Walkabout). Mas com o repetir das audições, o álbum tornou-se inesperadamente muito grande. Não sei onde poderá chegar, mas é certamente um dos que mais gostei de ouvir dos últimos meses. As músicas memoráveis vão-se tornando cada vez mais – Walkabout (nunca é demais repetir), Shelia, Criminals e Logos (e quase todas as outras).

Vou ter que voltar a descobrir o que este gente tem andado a fazer nos últimos anos – se calhar escapou-me alguma coisa.

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Os Beatles. “A” banda.

•090909 • Deixe um comentário

Como li algures (já não sei onde), não foi preciso morrerem os restantes Beatles para que se instalasse um enorme revivalismo à sua volta. Lógico que os interesses em redor disto são mais que muitos (ainda por cima tendo em conta a actual situação da indústria musical), mas não deixa de ser interessante e louvável verificar a influência que os Beatles ainda têm nos dias que correm.

De “Please Please Me” a “Let It Be” apenas 7 anos se passaram. Num tão pequeno espaço de tempo conseguiram mudar o mundo da música (mas não só) para sempre. E “Let It Be” já tem praticamente 40 anos. Incrível como ainda permanecem bem vivos na memória de todos os que viveram a verdadeira Beatlemania nos idos anos 60, e como todas as gerações que se lhes seguiram continuam a descobri-los com tanto entusiasmo.

Nunca haverão outros Beatles. Impossível.

(A propósito, o blog Grandes Sons, fez um pequeno resumo da discografia dos Beatles, com a história e uma ou outra curiosidade sobre cada álbum. Está aqui tudo.)

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Vampire Re Riot

•080909 • Deixe um comentário

Eu até acho que os Discovery (nova banda que junta o teclista dos Vampire Weekend, Rostam Batmanglij, e o vocalista dos Ra Ra Riot, Wes Miles) tinham umas ideias bem engraçadas para o seu “LP”, mas a questão de não saberem brincar “ao Auto-Tune” (e quererem aventurar-se demais por caminhos duvidosos) estragou quase tudo, e tornou o seu álbum de estreia numa mistura de Kanye West (do “808s & Heartbreak”) com R&B apimbalhado, o que é chato (como “LP”). E eu não tenho nada contra esse Kanye West.

Vale ainda a pena mostrar a capa. Gosto muito.

discovery-lp

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Kyp Malone, desta vez a solo

•070909 • Deixe um comentário

kyp

Dentro de poucos dias o vocalista e guitarrista dos TV on the Radio, Kyp Malone, vai-se mostrar ao mundo pela primeira vez, a solo. Irá editar o álbum de estreia sob o nome Rain Machine (ao que parece o seu nome próprio ficava mal nas t-shirts).

Give Blood e Smiling Black Faces são as duas músicas já conhecidas de “Rain Machine” (é o nome do álbum também). E não foi preciso ouvir mais nada para que as expectativas para esta estreia se tornassem elevadíssimas. Com duas grandes músicas já conta. Também não esperaria outra coisa de um dos homens responsáveis por alguns dos álbuns mais memoráveis dos últimos anos.

Give Blood e Smiling Black Faces estão disponíveis para audição na página do MySpace deste projecto: http://www.myspace.com/rainmachinemusic.

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Paddling Ghost

•050909 • Deixe um comentário

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Emilíana Torrini no CCVF

•200809 • Deixe um comentário

Os concertos marcados para os últimos 4 meses do ano vão-se acumulando. Hoje soube que também a islandesa Emilíana Torrini passará pelo nosso país a 31 de Outubro. O local escolhido é o Centro Cultural Vila Flor em Guimarães.

(Do norte da Europa, também vão estar cá os Kings of Convenience em início de Novembro para um concerto em Braga e outro em Lisboa.)

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Micachu em Lisboa e no Porto

•200809 • 2 Comentários

Hoje voltei e pegar no fantástico “Jewellery” e por grande coincidência fiquei a saber que a Micachu vai passar por Portugal em finais de Novembro. Dia 20 vai estar no Plano B no Porto, e no dia seguinte será a vez da galeria Zé dos Bois em Lisboa a receber.

E como eu tinha dito há uns tempos atrás, quando falei do “Jewellery” aqui no blog, parece que ela e a sua banda dão muito bons concertos. A não perder.

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P2K: The Decade in Music

•180809 • Deixe um comentário

p2kdim

Agora que a presente década se aproxima do fim, as listas do que melhor aconteceu à música neste período começam a surgir. Exemplo é a Pitchfork, que irá publicar aos poucos, uma grande variedade de artigos e listas, potencialmente interessantes. A “saga” já começou, e até ao final desta semana ficar-se-ão a conhecer a 500 melhores músicas dos anos 00, segundo este site. Dia 28 de Setembro tudo acaba com a publicação do que eles consideram que são os 200 melhores álbuns da década. Até lá haverá um artigo chamado “The Social History of the MP3″ e outro “The Decade in Noise” só para dar dois exemplos. Tudo aqui: P2K: The Decade in Music.

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The Social History of the MP3

Wavves em Lisboa, estão perdoados

•170809 • Deixe um comentário

Depois do concerto marcado para finais de Maio na galeria Zé dos Bois ter sido cancelado, parece que o projecto Wavves está recuperado dos incidentes do Primavera Sound, e têm nova tour marcada para a Europa. Portugal não ficou de fora, e eles vão passar por Lisboa a 19 de Dezembro. O local é que ainda está por anunciar.

A fonte da notícia é o blog do próprio projecto, Ghost Ramp.

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O que podia correr mal, correu

•090809 • Deixe um comentário

Como seria de esperar a estreia em Portugal dos My Bloody Valentine não correu da melhor forma. Os anormais da organização do festival Rock One prepararam o terreno, para que depois o público igualmente anormal e desrespeitoso estragasse o resto. Infelizmente (?) não estive presente, mas segundo o que que pode ser lido nos comentários da página do evento no Last.fm (aqui) e na página do MySpace da banda (aqui), houve assobios, dedos no ar e lenços brancos durante a actuação.

Ao menos, segundo as opiniões de quem lá esteve e era fã da banda, os My Bloody Valentine deram um bom espectáculo.

Esperemos que eles ainda tenham vontade de voltar ao nosso país noutra altura, num sítio decente para pessoas decentes.

Edit: No blog da Amplificasom está um post escrito por quem lá esteve: Valentine Bloody Valentine (ou como foder a paciência de mil fãs de Offspring a sangue frio)

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Mais um Paredes de Coura que (bem) passou

•030809 • 2 Comentários

E o festival Paredes de Coura foi o que me levou a estar fora. Não me parece que tenha havido muitos momentos realmente memoráveis, mas houve vários concertos muito bons ou excelentes. E aqui ficam umas palavrinhas sobre os que mais gostei.

Começo por quem vi pela primeira vez. Os Pains of Being Pure at Heart cumpriram – não são fenomenais ao vivo, mas as músicas soam tão bem em concerto, como em disco, e isso já é óptimo, tendo em conta que é das coisas que mais tenho ouvido nos últimos tempos. Depois foram os Horrors, a banda que mais tinha curiosidade de ver como funcionava ao vivo. Apesar do último “Primary Colours” ter sido muito bem recebido pela crítica em geral, não tinha lido opiniões muito favoráveis à banda em concerto. E não percebi porquê. O som esteve bom, têm uma boa presença, criam um excelente ambiente e não consigo apontar nenhum problema na sua actuação. Só estranhei a ausência da She Is the New Thing.

No dia seguinte vieram os Portugal. The Man. Boa surpresa. Mais uma caso em que me parece que ao vivo se fez o tal click para vir a perceber a banda. Excelentes guitarras. Adorei e agora vou redescobri-los em disco. Quanto aos Blood Red Shoes tinha boas expectativas por já ter lido boas críticas aos seus concertos. É o género de banda que possivelmente resulta melhor em espaços pequenos como o Santiago Alquimista, por exemplo, por onde passaram há uns meses, mas onde não pude estar presente. Ainda assim, a bateria e a guitarra do duo trazem-me boas recordações. A Peaches foi como esperava – uma mulher imparável, a dar um espectáculo que não destoa nem um pouco da sua imagem, música e letras. De seguida chegou Trent Reznor e os seus Nine Inch Nails. Pelas t-shirts da banda espalhadas por tantos festivaleiros ao longo dos 4 dias, diria que estes eram um dos mais esperados. O espectáculo de luzes destacou-se de qualquer um que passou pelo festival. A energia na voz de Reznor é um ponto a salientar, bem como a força que a banda transmite. Não tenho termo de comparação com passagens anteriores da banda por cá, mas apesar de Reznor querer retirar-se dos palcos, penso que não será por não se sentir em forma. Foi a maior banda que passou pelo festival, e deu um dos melhores concertos.

Do que já tinha visto saliento os concertos do Patrick Wolf, Franz Ferdinand, Foge Foge Bandido e Hives. Todos eles deram excelentes espectáculos, como já tinha visto anteriormente.

Fora da música, tudo me pareceu correr bem, tirando talvez um sentimento de maior insegurança dentro do parque de campismo, coisa que nunca tinha sentido neste festival. E a chuva apareceu para não estragar a tradição, mas não chateou.

Já vi melhores cartazes, mas se para o ano Paredes de Coura mantiver o mesmo nível no cartaz e qualidade dos concertos já me dou por satisfeito.

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Mais uns que vêm cá no final do ano

•030809 • Deixe um comentário

Uns dias fora, e quando chego vejo que por Portugal vão passar os Franz Ferdinand, Editors, Au Revoir Simone, Peter Murphy e Fuck Buttons. O fim do ano promete.

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