Sensational Fix

•060210 • Deixe um Comentário

A exposição itinerante “Sonic Youth etc.: Sensational Fix” está desde o último dia 3 de Fevereiro no Centro de Artes Dos de Mao (CA2M) em Madrid e fica na capital espanhola até dia 2 de Maio. Por lá estão obras de dezenas de artistas directa ou indirectamente relacionados com os Sonic Youth e mesmo obras dos próprios membros da banda. Apesar de esta ser uma exposição que é um tributo à banda nova-iorquina, os próprios Sonic Youth colaboraram na sua “construção”. É uma parte da história das últimas 3 ou 4 décadas contadas através de fotos, vídeos, música, textos e pelas mais variadas obras de arte.

Deve ser mais que interessante.

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Vendo bilhete Panda Bear

•060210 • Deixe um Comentário

Infelizmente afinal vai-me ser impossível ir ao concerto de dia 12 do Panda Bear, para o qual já tinha bilhete. Por isso estou a vendê-lo. Se houver algum interessado, que me diga nos comentários. Era uma grande favor.

FPL 9000

Lysergic acid diethylamide

•030210 • Deixe um Comentário

Há vídeos e há vídeos. Este é um dos outros. 11 minutos, onde há lugar para tudo. Aqui fica Dan Deacon e a sua belíssima Woof Woof.

FPL 9000

Melhor notícia dos últimos tempos

•030210 • Deixe um Comentário

Ninguém vai ficar a saber disto por aqui, mas só para não deixar passar esta notícia em branco: os Sonic Youth vão passar por Portugal em Abril. 22 em Lisboa, e 23 no Porto. Lá estarei.

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Exit Through the Gift Shop

•230110 • 2 Comentários

Banksy, o já muito famoso artista britânico, que se dedica à arte do graffiti e stencil, sempre de forma original e com uma grande mensagem política/social por trás, vai estrear já este ano o seu primeiro filme/documentário. Chamar-se-á “Exit Through the Gift Shop” e vai ter estreia absoluta no Sundance Film Festival, que se realiza anualmente no estado norte-americano de Utah.

Já há uma amostra, e promete.

FPL 9000

“Três Cantos” amanhã na RTP1

•230110 • Deixe um Comentário

E hoje já é a segunda boa notícia que a RTP nos dá. Amanhã (dia 23), esta irá transmitir (quase) em horário nobre – às 22h51 – o concerto que Sérgio Godinho, José Mário Branco e Fausto deram no final do ano passado no Campo Pequeno, e que intitularam de “Três Cantos”. O espectáculo será transmitido na RTP1.

FPL 9000

Hoje à noite há Maldoror na RTP2

•220110 • Deixe um Comentário

Hoje (dia 22) a RTP2 vai transmitir o “Maldoror”, espectáculo ao vivo dos Mão Morta, criado a partir do livro “Os Cantos de Maldoror” de Ducasse. A não perder, à 1h35.

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Entrevista com Bela Lugosi

•220110 • 4 Comentários

Pouco tempo depois do lançamento de “Drácula”, foi produzida esta “entrevista” com Bela Lugosi. Nota-se que é tudo um pouco ensaiado para transmitir a ideia que o actor realmente ficou de certo modo “possuído” pelo espírito da personagem. É de destacar o minuto 3 do vídeo onde Bela muda totalmente a sua expressão quando questionado acerca do seu papel como Drácula.

Fala também na esperança de vir a representar papeis românticos no cinema, o que, de certo modo, nunca se verificou tendo o actor ficado para sempre associado aos filmes de terror e principalmente ao seu papel como Drácula.

Vale a pena ver.

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Os Beatles tornados gráficos

•210110 • Deixe um Comentário

Um designer originário da cidade norte-americana de Seattle, de seu nome Michael Deal, decidiu desenvolver um projecto intitulado “Charting the Beatles”, que consiste basicamente em criar os mais variados tipos de gráficos relativos à banda de Liverpool.

A sua ideia ainda está no início, mas Deal já disponibilizou no seu site (aqui) samples de quatro gráficos que farão parte do projecto: “Authorship and Collaboration”, “Self Reference”, “Song Keys” e “Working Schedule, 1963-1966″. Os títulos dos mesmos são elucidativos quanto ao que tratam, mas de qualquer forma, há mais explicações no tal site, que valem a pena ser lidas.

Todos os gráficos são muito interessantes, e imagino a grande recolha de dados e trabalho que têm por trás. Graças à veia de designer do mentor deste “Charting the Beatles”, todos eles estão também todos muito apresentáveis e são de fácil leitura.

Este é um projecto que está aberto a colaborações, e por isso mesmo, Deal criou também um grupo no Flickr (aqui), onde quem quiser poderá submeter o seu gráfico (suponho que haja alguma aprovação prévia). De momento, o grupo já conta com algumas participações, na sua grande maioria interessantes e/ou engraçadas (pois nem todos os trabalhos são tão sérios quanto os de Deal).

A acompanhar – futuramente em www.chartingthebeatles.com.

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Smashing Pumpkins Player

•200110 • Deixe um Comentário

A working class hero is something to be

•200110 • Deixe um Comentário

“As soon as you’re born they make you feel small
By giving you no time instead of it all
Till the pain is so big you feel nothing at all”

…e por aí fora.

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Pobrezinho

•200110 • Deixe um Comentário

Deve ser por esta, e por outras situações semelhantes, que o coitado anda sempre tão preocupado com a sua vida devido à pirataria. São (quase) sempre os consagrados (ou os que vendem mais, por outras palavras) a preocuparem-se com os downloads ilegais, o que diz muito sobre eles, e sobre o que ainda os faz andar nestas lides.

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We Are Plastic Ono Band

•180110 • Deixe um Comentário

Ainda a propósito da Plasic Ono Band, foi anunciado um concerto da banda para a Brooklyn Academy of Music em Nova Iorque no próximo dia 16 de Fevereiro que promete ser único, devido à quantidade de músicos que irão partilhar o mesmo palco. Desde Thurton Moore, Kim Gordon, Paul Simon, Eric Clapton, Martha Wainwright e Cornelius, a Scissor Sisters e Sean Lennon (filho de Yoko Ono e John Lennon).

Fica o poster e a, em princípio, inútil sugestão.

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Lennon/Ono

•180110 • Deixe um Comentário

Em 1969, John Lennon e Yoko Ono decidem formar um super-grupo. Sem nunca ter tido uma formação fixa, passou por lá Eric Clapton, Keith Moon (baterista dos Who), Phil Spector, e entre mais quase duas dezenas de músicos que ao longo dos anos foram entrando e saindo, também os restantes três Beatles colaboraram nos projectos da banda. Lennon e Ono chamam-lhe a Plastic Ono Band.

Em 1970, os dois decidem gravar um álbum “solo” com a colaboração da Plastic Ono Band. O álbum de John Lennon (o primeiro só a ele creditado) chama-se apenas “John Lennon/Plastic Ono Band”; o de Yoko Ono segue a mesma lógica e chama-se “Yoko Ono/Plastic Ono Band”. Foram ambos gravados ao mesmo tempo, nos mesmos estúdios com os mesmos músicos e equipa de produção, e editados no mesmo dia de 1970 – o dia 11 de Dezembro.

Também as capas são praticamente iguais. Uma fotografia do casal sentado por baixo de uma grande árvore no Tittenhurst Park, sua propriedade e residência na altura. A diferença é que no álbum de John Lennon, este encontra-se encostado a Yoko Ono; e já no de Ono passa-se o oposto, é ela que está encostada no ex-Beatle.

“John Lennon/Plastic Ono Band”

“Yoko Ono/Plastic Ono Band”

As fotografias foram tiradas com uma máquina doméstica, pelo actor Daniel Richter, que ficou conhecido por ter feito o papel de “macaco líder” no filme de Kubrick, “2001: Odisseia no Espaço”. Mais tarde Richter viria a dirigir a fotografia do vídeo de John Lennon para a famosa Imagine.

Apesar de tudo isto, musicalmente os 2 álbuns são muito diferentes entre si. Enquanto o álbum de John Lennon segue uma linha pop/rock sem grandes surpresas (não no mau sentido), o de Yoko Ono é experimental/avant-garde de uma ponta à outra. Ono explora vocalizações inspiradas em técnicas japonesas e o seu álbum deve muito à improvisação. E apesar de inicialmente “Yoko Ono/Plastic Ono Band” não ter sido muito bem aceite pela crítica, acredito que tenha inspirador para uma boa quantidade de gente até aos dias que correm.

Num último aspecto essencial são parecidos: são os dois óptimos álbuns.

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King Whiskers

•150110 • Deixe um Comentário

Hans Langseth nasceu na Noruega em 1846. Era o quarto de cinco irmãos, e seguiu a pisada de pelo menos três deles, emigrando para os EUA em 1867. Foi lá que em 1870 se casou com Anna Benson, de quem teve seis filhos. A sua barba media mais de 5 metros, e isso tornou-o famoso. Morreu em 1927.

Pequenos pormenores que encontrei sobre este homem, depois de ter visto esta excelente fotografia. Misterioso é pouco para descrevê-la. Como li algures, parece vinda directamente de algum mundo criado por Tolkien. Fantástica.

FPL 9000

Royal Mail faz selos com capas de álbuns clássicos

•140110 • Deixe um Comentário

É uma notícia já com alguns meses, mas que só agora tive conhecimento e achei muito interessante: a Royal Mail (os CTT ingleses, por assim dizer) pôs em circulação uma colecção de 10 selos, onde estão representadas capas de álbuns britânicos que eles consideraram ser clássicos – tanto a nível musical, como ao nível da própria capa. Todos foram, claro está, aprovados pela rainha de Inglaterra, não fossem aparecer ali imagens chocantes ou pouco próprias – que essa gente dos correios já se sabe como é que é. Faltou o selo do “The Queen Is Dead” dos Smiths, e eu suspeito porquê. Os Coldplay ficam ali muito melhor, até porque o “The Queen Is Dead” só tem uma das melhores e mais icónicas capas de sempre, e alguma da melhor música que a terra de sua majestade viu nascer. Nada de especial, portanto.

Mas é uma excelente iniciativa, e embora eu não seja nenhum filatelista (e sinto-me bem por isso), gostava de ter alguns deles. Fica a lista dos escolhidos.

Blur – “Parklife”
The Clash – “London Calling”
Coldplay – “A Rush of Blood to the Head”
David Bowie – “The Rise and Fall of Ziggy Stardust and the Spiders from Mars”
Led Zeppelin – “Led Zeppelin”
Mike Oldfield – “Tubular Bells”
New Order – “Power, Corruption and Lies”
Pink Floyd – “The Division Bell”
Primal Scream – “Screamadelica”
The Rolling Stones – “Let it Bleed”

Agora é só convencer os senhores que um dia decidiram chamar “Phone-ix” à sua própria operadora de telemóveis (se fosse à dos outros, eu percebia), a fazerem o mesmo por cá. É bem possível.

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O que aí vem

•130110 • Deixe um Comentário

Fiz um pequeno apanhado das bandas que na teoria vão editar alguns dos álbuns que mais espero em 2010. Uns até já foram editados nestes primeiros dias de Janeiro, outros já leakaram e outros até, podem não chegar a tempo de 2010. Mas aqui fica a lista.

The Apples in Stereo, Arcade Fire, Arquitecture in Helsinki, Battles (na foto), Beach House, Born Ruffians, Deftones, Fleet Foxes, Interpol, Joanna Newsom, LCD Soundsystem, Liars, Linda Martini, M.I.A., Mão Morta, MGMT, of Montreal, Owen Pallett, Panda Bear, Patrick Wolf, A Silver Mt. Zion, The Streets, The Strokes, These New Puritans e Vampire Weekend.

Se alguém souber algum nome interessante que me esteja a escapar, diga.

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Haïti

•130110 • 1 Comentário

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2009: Os concertos

•291209 • Deixe um Comentário

Vários foram os concertos a que assisti neste ano de 2009 – e a muitos outros teria ido, se pudesse. Felizmente gostei de grande parte deles.

Por ter visto concertos tão diferentes em diferentes situações, é difícil fazer uma lista ordenada com os que considero que foram os melhores concertos do ano. No entanto consigo destacar um:

1. Fuck Buttons (Zé dos Bois)

(Foto retirada do site Bodyspace)

Outros houve que gostei muito, mas que os listo por ordem cronológica e não por preferência. Aqui vai:

- Foge Foge Bandido (Remy)
- Mão Morta (São Mamede)
- Linda Martini (Santiago Alquimista)
- Antony and the Johnsons (Theatro Circo)
- Hansome Furs (MusicBox)
- Andrew Bird (São Jorge)
- The Pains of Being Pure at Heart (Paredes de Coura)
- The Horrors (Paredes de Coura)
- Nine Inch Nails (Paredes de Coura)
- Depeche Mode (Pavilhão Atlântico)

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“The King of Kong”/”Style Wars”

•281209 • Deixe um Comentário

Dois filmes/documentários que aconselho vivamente a serem vistos.

The King of Kong (2007): Este é um documentário que trata um assunto à partida descontraído e divertido, e que se torna bastante surpreendente à medida que se começa a entender o mundo das “personagens” que o protagonizam (diria mesmo, que é também surpreendente para grande parte das pessoas que estão ligadas ao meio dos videojogos). “The King of Kong” centra-se em Billy Mitchell, Steve Wiebe e Walter Day – respectivamente um lendário (e arrogante) detentor do recorde mundial de pontuação no jogo Donkey Kong (bem como da pontuação perfeita no Pac-Man, entre outros feitos); um (simpático) novato que tenta bater o antigo recorde de Mitchell no tal Donkey Kong (coisa até então vista quase como uma loucura); e o fundador da Twin Galaxies, uma organização que trata de verificar e aprovar recordes mundiais em videojogos. É espectacular a forma como tudo vai surgindo, e como numa competição que à primeira vista parece pacífica, direccionada para adolescentes e com pouco reconhecimento por parte de outros, chegam a surgir conspirações e sérias ameaças. Vale muito a pena ser visto por que se interessa por videojogos no geral ou retro-gaming em particular (mas não só).

Style Wars (1983): Uma viagem à Nova Iorque do início dos anos 80, onde 10 anos antes o graffiti dava os seus primeiros passos. Com depoimentos das mais variadas pessoas a favor e contra o graffiti, este documentário mostra-nos os dois lados desta sempre polémica vertente do hip-hop, focando-se essencialmente nos graffitis em comboios. “Style Wars” é História (não histórico).

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2009: Os meus álbuns preferidos

•231209 • 8 Comentários

É o ritual. Fim do ano, e deixo aqui uma lista com os álbuns que mais gostei de ouvir, de entre os editados nos últimos 12 meses. Não é uma ciência exacta, por isso divido-os apenas em 3 níveis para me tornar a tarefa mais fácil – dentro de cada um dos níveis, os álbuns encontram-se ordenados alfabeticamente.

Aqui fica a lista deste ano.

ANIMAL COLLECTIVE

Merriweather Post Pavilion

DAN DEACON

Bromst

FUCK BUTTONS

Tarot Sport

WAVVES

Wavvves

AQUAPARQUE

É Isso Aí

ANDREW BIRD

Noble Beast

ATLAS SOUND

Logos

ANIMAL COLLECTIVE

Fall Be Kind [EP]

ANTONY AND THE JOHNSONS

The Crying Light

B FACHADA

B Fachada

FRANZ FERDINAND

Tonight: Franz Ferdinand

DINOSAUR JR.

Farm

GIRLS

Album

THE HORRORS

Primary Colors

THE PAINS OF BEING PURE AT HEART

The Pains of Being Pure at Heart

SAMUEL ÚRIA

Nem Lhe Tocava

SONIC YOUTH

The Eternal

THE XX

xx

AU REVOIR SIMONE

Still Night, Still Light

AKRON/FAMILY

Set’Em Wild, Set’Em Free

B FACHADA

Um Fim-de-Semana no Pónei Dourado

GRIZZLY BEAR

Veckatimest

HEALTH

Get Color

JAPANDROIDS

Post-Nothing

MI AMI

Watersports

MICACHU

Jewellery

PASSION PIT

Manners

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O caos (e a música)

•201209 • 10 Comentários

Um pouco estranha a noite de ontem na galeria Zé dos Bois. Nathan Williams (Wavves) estreou-se em Portugal, e para tal, veio acompanhado por um baixista, por um baterista (os 2 assim estilo ogre), e mais importante que isso, por muita droga e álcool. Nada de novo num concerto, se isso não interferisse de forma tão grande na sua actuação.

As conversas entre cada música eram longas, e acima de tudo desnecessárias e sem grande (ou nenhum) sentido. Era só «satan» para aqui e «satan» para lá, uns grunhidos pré-históricos, e até o Morrissey à mistura não percebi bem porquê. Este tipo de atitude por parte de quem se está a iniciar como estrela rock, e leva o lema “sexo, drogas e rock & roll” muito a peito, nem me faz confusão, e admito, gosto até certo ponto – podem surgir daí actuações quase épicas – o que muitos terão achado da noite de ontem, segundo alguns comentários que fui ouvindo. Mas o problema é que o ritmo esteve sempre a ser quebrado – nunca tocaram sequer duas músicas seguidas (nem lá perto estiveram), e isso prejudicou grandemente a actuação – a sensação ao ouvir a última música, foi praticamente a mesma aquando da primeira. E isto era escusado, principalmente numa banda deste género, onde apesar de tudo as músicas tinham muita energia – o mosh e o crowd surfing (aqui, até o Nathan se meteu ao barulho) foram uma constante em todas as músicas.

De qualquer forma, gostei do que ouvi, pena ter sido tão pouco. E pior – pena, por isso se dever provavelmente, a falta de profissionalismo. Depois chegou a So Bored, e com ela uma gigante invasão de palco, com a guitarra e o baixo e desligarem-se, e a bateria a ficar com uma forma algo diferente da que tinha no início do concerto. Não sei se foi um fim prematuro ou se acabou no momento planeado, o que é certo é que um dos concertos mais inesperados a que até hoje assisti acabou aí. Esperava mais.

E fiquei com a sensação que episódios como o do último Primavera Sound, que originou o cancelamento do resto da tour europeia, e consequentemente do concerto que tinham agendado para Portugal,  se vão repetir…

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É já amanhã

•181209 • Deixe um Comentário

Wavves. Ansioso.

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A subjectividade

•171209 • Deixe um Comentário

É interessante olhar para a lista que a Blitz publicou no seu site, onde se encontram os álbuns que o então jornal escolheu como sendo os melhores de 2001, no fim desse mesmo ano.

8 anos mudam muita coisa. A quantidade de álbuns hoje quase esquecidos que se encontram nos lugares cimeiros, e de outros hoje considerados os melhores da década, que nessa lista ficaram longe do primeiro lugar, é enorme. Um dos que salta mais à vista é o 18º lugar do “Is This It” dos Strokes.

Aqui fica a lista: Os melhores álbuns da década 00: 2001

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À Margem do Tempo

•151209 • 2 Comentários

A 16 de Julho de 1962, Michel Siffre, um geólogo e espeleólogo francês de 23 anos de idade, embarca na sua missão/aventura de passar 2 meses sozinho numa gruta a mais de 100 metros de profundidade. A temperatura na gruta ronda os 0ºC.

Michel Siffre tem dois objectivos principais: obter mais conhecimentos relativos à sua área de estudo e trabalho; e ficar a conhecer e a compreender a reacção do corpo humano depois de um longo período sem qualquer referência temporal (esta última ganha depois uma maior importância).

Tudo foi possível com muito esforço por parte de Siffre, tanto a nível económico como físico e mental. A ajudá-lo esteve uma equipa que o acompanhou desde os longos meses de preparação da missão, até ao fim, onde foram analisados os dados obtidos durante a mesma.

Durante os 2 meses que permaneceu debaixo de terra, o único contacto que Siffre teve com outras pessoas, foi através de um telefone, que usava para comunicar com os outros elementos da equipa que estavam acampados no topo da gruta. Apesar de tudo, só o utilizava para informar o seu estado de saúde e também das horas a que se levantava, comia e deitava. Nunca, de forma alguma, alguém se mostrou surpreendido ao telefone, nem deu a entender o que quer que fosse sobre a altura do dia a que Siffre telefonava (nem em relação aos espaços de tempo entre os telefonemas).

De resto, como seria de esperar, Siffre perdeu rapidamente a noção do tempo. Ao longo dos 2 meses que permaneceu debaixo de terra, explorou algumas vezes a gruta para recolher amostras, mas conforme as semanas iam passando, Siffre acabou por ficar grande parte do seu tempo no saco-cama dentro da sua tenda, devido ao frio insuportável que se tinha apoderado do seu corpo. Teve alguns problemas de memória, e tornou-se bastante desleixado em relação à alimentação e higiene do sítio onde acampou.

Também teve que lidar com pequenos problemas e imprevistos – a tenda inapropriada para um condições tão extremas, por exemplo. Alguns medos também foram crescendo. A total ausência de luz (para além das lanternas), e de som (apesar de ter levado consigo um gira-discos que usou muitas vezes) começaram a torná-lo ansioso e começou a ficar um pouco desesperado em certas ocasiões. A frequente queda de pedras perto da tenda a quebrarem o silêncio de forma repentina não ajudou.

Apesar de tudo, aguentou com a missão até ao fim, concretizando assim todos os seus objectivos. Também recuperou de todos os efeitos negativos que uma experiência deste género acarreta, e mostrou o quão adaptável e forte o corpo humano é.

Para quem se interessa por isto, existe um livro bem interessante (cheio de informação sobre todas as etapas da aventura) e de fácil leitura (nada de muito técnico) que Siffre escreveu. Chama-se “À Margem do Tempo”, mas infelizmente a sua edição já foi descontinuada por cá, pelo que não é fácil encontrar em Português. Em Inglês não sei se ainda terá edição, mas encontra-se mais facilmente na Internet (tem o nome de “Beyond Time”). Também existe pelo menos um documentário sobre Siffre que chegou a passar, penso que no Discovery, e que se deve encontrar algures na Internet.

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Boas notícias: A Silver Mt. Zion com novo álbum

•141209 • Deixe um Comentário

Não sabia de nada, mas os Silver Mt. Zion andaram a gravar um novo álbum que irá ser editado já no próximo mês de Fevereiro. Vai-se chamar “Kollaps Tradixionales”.

Para já, mostraram uma música que fará parte do álbum, chamada Bury 3 Dynamos, e que pode ser ouvida no site oficial da banda – aqui. Mais uma vez vale muito a pena e pode-se esperar melhor de “Kollaps Tradixionales”.

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Teengirl Fantasy

•091209 • Deixe um Comentário

Descobri-os por virem fazer a primeira parte do Wavves. Chamam-se Teengirl Fantasy e ainda só ouvi uma amostra chamada Portofino, mas parece-me que são mais uma boa razão para passar pelo Bairro Alto no próximo dia 19.

No dia anterior (dia 18) vão passar ainda pelo Plano B, no Porto.

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Aquaparque com novo vídeo

•251109 • Deixe um Comentário

Os Aquaparque têm novo vídeo. O vídeo é para Saúde, a música que fecha o brilhante “É Isso Aí”, editado pela banda este ano.

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Um clássico

•251109 • Deixe um Comentário

Para quem jogou SkiFree vezes sem conta há muitos anos atrás (o jogo é de 1991, embora tenha passado por mim mais tarde) não é preciso dizer nada – a tira em baixo diz tudo. Para os outros, nunca irão perceber o quão terrível era este monstro (urso?), e as dúvidas/teorias que se instalavam nas nossas ainda jovens cabeças.

XKCD

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Panda Bear em entrevista

•251109 • Deixe um Comentário

O site Pedestrian.tv fez uma entrevista relativamente grande a Panda Bear. Nesta, o músico fala do seu novo álbum a solo (que se encontra de momento em fase de estúdio), do seu dia-a-dia em Lisboa, do futuro dos Animal Collective, do filme que a banda irá lançar e ainda das dificuldades em aprender Português. Vale bem a pena. Tudo aqui.

Para quem não leu, deixo também a entrevista que Avey Tare deu à Pitchfork no mês passado – também esta bastante interessante. Aqui.

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